Inquilinx é uma proposta coletiva de dois artistas, Lux Farr e Ro Ro Brasil. Trata-se de um ensaio fotográfico que busca explorar o corpo do artista em relação ao espaço expositivo da convocatória L.O.T.E.A.M.E.N.T.O. O ensaio foi executado no período que antecedeu a montagem da exposição. Nossa intenção é converter o espaço expositivo em cenário, o corpo do artista em obra e as linhas que demarcam os territórios que serão ocupados pelas obras posteriormente, em desenho.
Em A poética do espaço, Gastón Bachelard descreve a casa como “uma topografía do nosso ser e como instrumento que serve para analisar o ser humano e sua relação com o mundo”. Entendendo o espaço expositivo como um espaço a ser habitado pelo artista e sua obra, buscamos compreender como este corpo orgânico se relaciona com as demarcações geométricas do espaço e como ele pode habitar este ambiente propondo a subjetividade de si mesmo num tempo que é efêmero, delimitado pela abertura da convocatória e início da montagem da exposição.
Através da fotografia, a demarcação e o território se perdem enquanto etapas do processo de criação e se apresentam enquanto registro e composição. No que diz respeito a nossas inquietudes, sentimos que as linhas em composição com o espaço vazio da galeria desafia este corpo artista, que é vunerável e carregado de subjetividades, a uma ocupação que é atravessada pelo processo e fazer artístico.
Em A poética do espaço, Gastón Bachelard descreve a casa como “uma topografía do nosso ser e como instrumento que serve para analisar o ser humano e sua relação com o mundo”. Entendendo o espaço expositivo como um espaço a ser habitado pelo artista e sua obra, buscamos compreender como este corpo orgânico se relaciona com as demarcações geométricas do espaço e como ele pode habitar este ambiente propondo a subjetividade de si mesmo num tempo que é efêmero, delimitado pela abertura da convocatória e início da montagem da exposição.
Através da fotografia, a demarcação e o território se perdem enquanto etapas do processo de criação e se apresentam enquanto registro e composição. No que diz respeito a nossas inquietudes, sentimos que as linhas em composição com o espaço vazio da galeria desafia este corpo artista, que é vunerável e carregado de subjetividades, a uma ocupação que é atravessada pelo processo e fazer artístico.